| Parcelas | Total | |
|---|---|---|
| 1 x | de R$140,00 sem juros | R$140,00 |
| 2 x | de R$81,66 | R$163,32 |
| 3 x | de R$54,72 | R$164,16 |
| 4 x | de R$41,61 | R$166,44 |
| 5 x | de R$33,54 | R$167,70 |
| 6 x | de R$28,08 | R$168,48 |
| 7 x | de R$24,17 | R$169,19 |
| 8 x | de R$21,21 | R$169,68 |
| 9 x | de R$18,91 | R$170,19 |
| 10 x | de R$17,11 | R$171,10 |
| 11 x | de R$15,64 | R$172,04 |
| 12 x | de R$14,40 | R$172,80 |
Lançado originalmente em 1997, Pasqualin na Terra do Xupa Kabra é um importante passo na carreira dos capixabas do Mukeka di Rato.
As influência de hardcore finlandês, assim como de punk rock nacional estão presentes e o teor das letras indica a indignação de jovens através de críticas (políticas e sociais) repletas de sarcasmo, como em Rambo Quer Matar Che Guevara, Minha Escolinha, Mukeka di Rato, Deturpação Divina e Mék Kâncer Feliz.
Algumas são bem curtinhas, como Quer Ir? Vai!, Presos, Lá-Ré-Sol e Câncer di Pele que não chegam nem a um minuto.
Em faixas como New Wave Índio, Auxílio Paletó e Skaratáfeliz é possível ouvir passagens ska punk, sendo que a última é um hino antihomofobia. Em José É Mau! o MDR questiona ironicamente a violência nos próprios shows underground.
Músicas como Chuva e Faculdade do Crime já mostravam que o Mukeka era uma banda com personalidade, ainda que em começo de sua caminhada.
LP nacional, 33 rpm, 140g, vinil cor preto, capa, encarte, plastico de proteção. O LP vem lacrado de fabrica.
