| Parcelas | Total | |
|---|---|---|
| 1 x | de R$130,00 sem juros | R$130,00 |
| 2 x | de R$75,82 | R$151,64 |
| 3 x | de R$50,81 | R$152,43 |
| 4 x | de R$38,64 | R$154,56 |
| 5 x | de R$31,15 | R$155,75 |
| 6 x | de R$26,07 | R$156,42 |
| 7 x | de R$22,44 | R$157,08 |
| 8 x | de R$19,70 | R$157,60 |
| 9 x | de R$17,56 | R$158,04 |
| 10 x | de R$15,89 | R$158,90 |
| 11 x | de R$14,52 | R$159,72 |
| 12 x | de R$13,37 | R$160,44 |
O Dia em que a Terra Parou é o sétimo álbum de estúdio da carreira solo do cantor e compositor brasileiro Raul Seixas, tendo sido lançado pela gravadora Warner Music Brasil, em dezembro de 1977. As gravações ocorreram durante aquele ano em três estúdios: o Level e o Haway, no Rio de Janeiro; e o Vice-versa, em São Paulo. Este álbum foi o primeiro a ser lançado após a mudança do cantor de gravadora. Também, foi o primeiro álbum inteiramente realizado com um único parceiro na composição das músicas, Cláudio Roberto, velho amigo do cantor. Ao mesmo tempo, representou uma mudança estética do cantor e de temática no disco, com Raul de cabelo curto e trajando terno e gravata enquanto canta letras que falam sobre uma busca e um desejo de emancipação pessoal.
O álbum teve uma crítica fria da crítica especializada, com casos de revanchismo pela mudança de gravadora. O consenso crítico foi de que o disco representou uma simplificação - uma popularização - nas letras e nas mensagens, creditada à parceria com Cláudio Roberto. O álbum foi bem divulgado, com o lançamento de dois compactos que se tornariam sucessos - a canção título e "Maluco Beleza"; um videoclipe musical; uma turnê em teatros pelo país; e participações do cantor em programas de rádio e televisão. As vendagens não foram boas para o padrão esperado pela gravadora, apesar do disco ser, hoje, considerado um dos pontos altos da carreira de Raul.
Capa Gatefold, Capa VG- / Disco VG-
